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26 de junho de 2018

APÓS SETE MESES DE REFORMA TRABALHISTA, VEM Á TONA AS DEMISSÕES DOS TRABALHADORES

26/06 - Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho, as demissões feitas por acordo entre trabalhadores e empresas – possibilidade criadas pelas novas regras impostas pela reforma trabalhista, em vigor deste novembro passado – cresceram em todo o País. Em dezembro de 2017, um mês após a mudança na legislação, foram feitos 5.841 acordos. Já em maio deste ano, o número saltou para 14.576, o que representa aumento de 149% em seis meses.

A demissão feita por acordo entre as partes possibilita a rescisão do contrato de trabalho apenas com um termo assinado entre patrão e empregado. Mas os valores pagos são diferentes dos da demissão normal: a multa sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço cai de 40% para 20%, são pagos 50% do aviso prévio, e o trabalhador pode sacar somente 80% do FGTS.

O funcionário também recebe férias e décimo terceiro salário proporcionais, mas não tem direito ao seguro-desemprego.
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