Vai a 3%
Aécio Neves, que a maioria dos brasileiros conhece de ouvir falar, assumiu a presidência do cadáver do PSDB e anunciou ao mundo ser candidato à sucessão da presidente Dilma, em 2014. Aécio é um bom sujeito, neto de Tancredo, o que ganhou mas não levou. Ele pretende viajar Brasil afora, incluindo o Nordeste, inclusive o Ceará, onde pretende lamber rapadura, andar de jegue vestido de vaqueiro, cantando oooô, vaca estrela / oooô boi fubá, do nosso Patativa. Vai jogar dinheiro fora e perder tempo. Não tem a mínima chance. Ninguém sabe por que motivo não faz uma dobradinha com Serra, do mesmo partido e pelo menos mais conhecido e chato. A presidente Dilma anda rindo à toa, e parece já estar livre também da Marina, sem tempo para registrar seu partido. O Eduardo Campos (PSB) está desaparecendo aos poucos e não demora muito a papocar como bolinhas de sabão, daquelas que a gente solta com talos de mamoeiro. Dilma vai disparar. E este grande Brasil, se crescer, há de ser pelo próprio gigantismo geográfico. Se depender da presidente, vai continuar como o eterno país do futuro. Ô raça!
Aécio Neves, que a maioria dos brasileiros conhece de ouvir falar, assumiu a presidência do cadáver do PSDB e anunciou ao mundo ser candidato à sucessão da presidente Dilma, em 2014. Aécio é um bom sujeito, neto de Tancredo, o que ganhou mas não levou. Ele pretende viajar Brasil afora, incluindo o Nordeste, inclusive o Ceará, onde pretende lamber rapadura, andar de jegue vestido de vaqueiro, cantando oooô, vaca estrela / oooô boi fubá, do nosso Patativa. Vai jogar dinheiro fora e perder tempo. Não tem a mínima chance. Ninguém sabe por que motivo não faz uma dobradinha com Serra, do mesmo partido e pelo menos mais conhecido e chato. A presidente Dilma anda rindo à toa, e parece já estar livre também da Marina, sem tempo para registrar seu partido. O Eduardo Campos (PSB) está desaparecendo aos poucos e não demora muito a papocar como bolinhas de sabão, daquelas que a gente solta com talos de mamoeiro. Dilma vai disparar. E este grande Brasil, se crescer, há de ser pelo próprio gigantismo geográfico. Se depender da presidente, vai continuar como o eterno país do futuro. Ô raça!


































