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14 de setembro de 2015

ENCONTRO ÓRFÃO

Na reunião realizada no último sábado (12), entre dissidentes e opositores à atual administração Antonio José Albuquerque (PROS), os senhores João Jacques e Nilson Frota, PMDB e PSDB, respectivamente, aproveitaram para se (RE)unir pela primeira vez em público com a “sua nova turma da política”, sem convicções ideológicas, que nem casamentos por conveniências, a trazerem um pouco de alento aos seus eleitores, onde alguns falam mais pelos cotovelos e embaraçosaMENTE. 

Segundo relatos de pessoas curiosas que lá foram observar, e passaram informações ao blog Massapê Indo e Voltando, os dois se abraçaram, se afagaram e se paparicaram a ponto de Jacques ir à casa do senhor Nilson Frota, lá na Cacimbinha. Não é para menos que Nilson Frota é cortejado para tentar se unir politicamente a Jacques, a comporem suposta chapa com vistas às eleições de 2016.

Como um pouco entendedor da política local - e não cientista político da maneira como alguns se intitulam por aí ao extremo - o encontro não rendeu frutos porque aquele que dita à regra do jogo e tem a maior influência no campo das decisões políticas, Luiz Pontes mais uma vez não compareceu à reunião, razão pela qual deixaram muitos com uma pulga atrás da orelha, essencialmente aos de bom senso no campo das ideias políticas.

Na ambição pessoal que cada um tem de sonhar ser o candidato escolhido pelo grupo oposicionista, sem o principal aval do cacique Luiz Pontes, um deles caminha para se tornar mais um instrumento da derrota e tende ao suicídio político. À dissidência ao prefeito Antonio José e próximo ao PSDB, que não é da vontade de Pontes, levou Jacques Albuquerque a se aproximar dos tucanos com menos poder de decisão na esfera política; ironicamente foi esse quem mais rivalizou com queixas, à época, dirigidas ao grupo reunido no último sábado, e principalmente ao atual presidente estadual do PSDB.

Pelo raciocínio lógico, é de se causar muita estranheza que os dois movimentos políticos idealizados pelo PSDB de Luiz, João Pontes, Dona Beta e demais componentes, tenham se ausentado ao compromisso “tão importante” dos protagonistas, adeptos, e correligionários. Você, caro leitor, concorda comigo? Embora estivesse participando de outros encontros regionais, por sinal divulgado naquele momento de congregação, por que Luiz não enviou pelo menos o ex-prefeito João Pontes Mota à Massapê?

Daquelas lideranças presentes ao encontro, orquestrado pelo PSDB local, nenhum será indicado candidato a prefeito pelo ex-senador Luiz Pontes: Fernando Antonio, Cori e Jilsim, não podem votar ou serem votados. Eles tiveram seus direitos políticos indeferidos e cassados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em detrimento à sentença penal condenatória. Em referência ao senhor Nilson Frota já lhe foi oportunizado três mandatos eletivos, dois deles vencendo Jacques Albuquerque. Esse,  por sua vez, como já foi postado em edição anteriores, aqui no neste portal de informação, não se encontrou com Luiz Pontes e, politicamente falando, vai ser quase inviável. Se, realmente, a maior liderança do PSDB entrar no páreo, o postulante à prefeitura de Massapê virá da sua família.

Aos dissidentes e opositores mais empolgados que afirmaram que a partir daquele encontro “o rumo da política mudou e que estão unidos de ponta a ponta”, inclusive apregoando vitória antes do tempo, parecem não entender redondamente à essência do cenário político. Seria de bom alvitre que fossem mais sensatos ao fazerem juízo de valor sobre o fundamento da política massapeense.
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