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28 de agosto de 2015

A OPOSIÇÃO SE ENFRAQUECE E OS OPOSITORES NÃO SE AJUDAM

Charge apenas ilustrativa
Em Massapê, a oposição não se ajuda. Quer dizer, não ajuda a quem por perto a defende. No início desta postagem, vem-me à lembrança do recente registro feito no blog Massapê Indo, no qual fiz uma análise da conjuntura política, em nosso município, e que serviu de paridade para alguns colegas que mantêm e sustentam informações na internet.

Numa relação de semelhanças, basta recorrermos o contundente relato dos principais blogs da cidade, a citar o Massapê Indo e Voltando, Desperta Massapê e Jorge Costa Comunica sobre o assunto, não desmerecendo os demais, é claro! A ideia que se tem é de que a oposição continua à bancarrota e bastante fragilizada, apesar de alguns plantonistas nas redes sociais acharem que haverá união entre alguns dos líderes e que a oposição está sólida. Pura ilusão dessa gente!

Para além de caminhar em passos muitos lentos, não encontram harmonia. A oposição está dividida e não demonstra idealização coerente e consistente que possam encorajar seus adeptos e seguidores. Como os casamentos por conveniências, as oposições de Massapê vão acabar de modo a envergonhar seus eleitores e aliados.

No plano partidário, PMDB e PSDB não conseguem marchar com unidade. Pelo contrário, falta firmeza e correlação entre seus principais líderes. Após ressaca das eleições/2014, Jacques Albuquerque nunca se encontrou com Luiz Pontes, Jilsim Canuto e Nilson Frota.

Como é do conhecimento de muitos, a principal liderança do PSDB tem repulsa a Jacques Albuquerque, sem citar outros nomes. Ora, se os tucanos não conseguem unir o mesmo discurso com os principais aliados, como Fernando Antonio Marques, há anos no mesmo barco, imagine abraçar Jacques Albuquerque, um divergente à atual administração e que passou algumas décadas alfinetando o grupo do PSDB municipal e estadual.

Em meio à crise da atual conjuntura, o ex-prefeito de Massapê, Jacques Albuquerque, tenta uma aproximação junto à oposição para querer realizar seus planos políticos, em 2016. Isso acontece apenas nas redes sociais. Em tom complacente, o pmdbista apregoa união com Luiz Pontes e Nilson Frota, o que contrasta à vontade dos líderes psdbistas.

Se as coisas não deram certas entre os laços familiares de um certo período para cá, comparar uma ligação política totalmente antagônica envolvendo Jacques Albuquerque, principal desafeto político de Luiz Pontes, Nilson Frota e Jilson Canuto.

Para ratificar nossa tese, em um dos últimos relatos, no seu portal de informação, o blogueiro Jorge Costa chegou afirmar categoricamente que “não haverá união entre o grupo de Jacques e o grupo do ex-senador Luiz Pontes”. Segundo o qual citou ainda ser "questão fechada, prego batido e ponta virada e que os massapeenses iriam tomar conhecimento, próximo mês.

O barco chamado “oposição de Massapê” navega em águas turvas. Não bastasse o mar de problemas enfrentados na suposta atrapalhada “articulação política” realizada em Fortaleza, vem perdendo forças com aqueles que a defendiam veemente, principalmente nos blogs. Cito, por exemplo, o colega Amadeu Rubens Albuquerque Mendes que, por diversas vezes, protegeu e salvaguardou a oposição por quase três anos a troco de nada.

CONTINUA A OPINIÃO DO BLOG
JILSON CANUTO – Cidadão probo, de respeito e sempre sonhou ser prefeito da sua cidade. Homem de confiança de Luiz Pontes, ele foi vice-prefeito por dois mandatos na chapa de João Pontes. O sonho de chegar à Prefeitura será muito difícil. Dr. Jilson Canuto é um homem de muitos predicados, mas sua expressão facial é dura demais. Não dá para se dizer que seja um tipo simpático. Leva desvantagem por ter tido o nome inserido na Ação de Investigação Judicial Eleitoral - AIJE, ajuizada em seu desfavor, cujo processo o deixou inelegível por oito anos.

JOÃO PONTES MOTA – primo de Luiz Pontes, o Sr. João Mota foi prefeito de Massapê por dois mandatos seguidos. Compreendendo o período de 2005-2012. À época da sua indicação, a relação foi muita conflituosa entre aliados do PSDB, que queriam Jilson Canuto apontado por Luiz Pontes. Com toda popularidade e poder, Luiz Pontes bateu o martelo, passou por cima de tudo e todos e o fez prefeito duas vezes seguidas. Calmo e sereno, o ex-prefeito João Pontes também não pode sair candidato porque também foi acusado de desvirtuar o programa “Massapê Vida Melhor”, além dos direitos políticos cassados por oito anos.

NILSON FROTA – Único prefeito que mais permaneceu na Prefeitura: foram três pleitos. Em seu primeiro mandato na década de 80, não foi bem sucedido, tendo, inclusive, sido cassado. À época, o governador era Tasso Jereissati. Mas, depois, ressurgiu pelo carisma que lhe era peculiar e tornou-se prefeito novamente no período de 1997-2004. É difícil sair candidato porque está meio cansado e de idade bastante avançada. Não será apontado por Luiz Pontes, que preferiria João Pontes.

FERNANDO ANTONIO MARQUES – Um guerreiro na curta história política do município. Apesar de ter perdido a campanha, em 2012, para o atual prefeito, Antonio José Aguiar Albuquerque, Fernando Antonio manteve a base dentro do PSDB e, na campanha de 2014, lá no seu âmago deve ter pensado o seguinte: prefiro Moses Rodrigues a apoiar os candidatos de Luiz Pontes, razão pela qual foi totalmente afugentado do partido e, segundo comentários extraoficiais deverá migrar para o PPS. Fernando Antonio também está entre aqueles que tiveram enquadrado ao processo de crime eleitoral de onde era o candidato a prefeito pela coligação “Do povo para o povo”.

JOÃO JACQUES CARNEIRO ALBUQUERQUE – Eleito prefeito em 1988, superando o rival Jilson Canuto. Jacques fez o seu sucessor, o amigo Robério Júnior Albuquerque Mendes, que comandou o município de 1993-1996, além de muitas adversidades, foi muito honesto. No mesmo ano, Jacques saiu candidato e perdeu a eleição. Daí em diante, foram quatro derrotas seguidas. Duas para Nilson Frota e mais duas para o psdbista João Pontes. Em 2012, quando se sabia que Antonio José seria o pré-candidato da família Albuquerque, Jacques se rebelou e chegou afirmar que também sairia candidato adverso ao sobrinho. Por sinal, testemunhou em entrevista concedida à uma emissora sobralense. Mesmo assim, antes de um mês e alguns dias que antecederam às convenções municipais, o líder político recuou e apoiou Antonio José. Chegou a apontar, inclusive, a sua filha Kélvya, candidata a vice-prefeita na coligação “A força do Novo Tempo”. Depois, desentendeu-se com o atual prefeito e passou a ser um dissidente. Incisivamente, apenas em face, Jacques vive apregoando a “união” das oposições, quando de fato isso acontece unilateralmente. Dos verdadeiros oposicionistas ao atual sistema, nenhum deles (Luiz Pontes, Fernando Antonio, Jilson Canuto e Nilson Frota), proclama tal união. Como ser humano, Jacques é exemplar, mas politicamente falando está obsoleto. Quem anda pelos locais de rodas e assuntos políticos comenta que, para o Jacques, o amigo-eleitor só é bom e presta se estiver ao lado dele. Caso não esteja, por um motivo ou outro, não serve mais para nada. Alguns ignoram sua prática nesse aspecto político. Não tenho nada contra o líder Jacques Albuquerque, pelo contrário. Ele me ajudou e muito. Faço parte do grupo Albuquerque desde 1989, e nunca virei à casaca, ao inverso de alguns que atualmente o defendem, já pularam de galho em galho. Sempre fui fiel a ele e aos candidatos que ele apontava, mas depois de certo tempo para cá, sua liderança o incapacita a agregar às ovelhas perdidas. E tem mais, Jacques Albuquerque, você como líder e que pretende chegar um dia à Prefeitura, e cidadão que o é, deixe de chamar e insinuar às pessoas a quem você não declina nomes, por termos pejorativos que desonram e humilham à dignidade alheia, como “ratos”, “guabirus”, e “corruptos”. Não deixe manchar a história bonita que você ainda tem na política massapeense.
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2 comentários:

  1. Aldênis, eu já sabia desua inteligência, mas com essa sua matéria você arrebentou e deixou muitos comentando hoje nos locais de conversas politicas.

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