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22 de dezembro de 2014

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O título acima nos remete ao nome do projeto oriundo de política pública social de cunho assistencialista lançado pela Prefeitura Municipal de Massapê em novembro de 2014, que consiste na gratuidade do transporte público coletivo aos moradores da zona rural, cumprindo itinerários periódicos com horários pré-estabelecidos (distrito/sede e vice-versa). De família altruística, ao longo de cinco gerações, os Albuquerque de Massapê, que fazem da política um sacerdócio, têm a satisfação de bem servir aos munícipes, notadamente os cidadãos simples e humildes, desprovidos de bens materiais. A título ilustrativo, uma breve retrospectiva: edificação e projeção das vias públicas (espaçosas) de Massapê com o 2º prefeito/intendente (José Amâncio Albuquerque – 1900/1902, tataravô do atual prefeito);  avenida que leva o seu nome, com monumento à Pinote (uma doméstica) em homenagem às submissas mulheres na atual Praça São Francisco (pref. Amadeu Albuquerque – 1945/46, bisavô do atual prefeito); Coluna da Hora em 1941 (pref. Dermeval Carneiro – 1936/37 e 1937/45, bisavô do atual prefeito); açude Alvorada em 1960 (pref. Chico Albuquerque – 1959/63, avô do atual prefeito); três rodovias CE de acesso a Massapê, asfaltos urbanos e rurais, escola profissionalizante, delegacia, etc. (presidente da AL dep. Zezinho Albuquerque, com sete legislaturas - 2015/18, pai do atual prefeito); Terminal Rodoviário Amadeu Albuquerque, esgoto sanitário, lei n. 254/1990 – de combate à miséria e assistência à pobreza, com doações de dentadura, óculos de grau, milheiro de telhas e tijolos, passagens interestaduais, caixão de defunto, etc. (pref. Jacques Albuquerque – 1989/92, tio do atual prefeito) e construção da Praça Dermeval Carneiro, bem como, continuidade da aplicação da lei municipal n. 254 de 1990, (pref. Robério Albuquerque Junior – 1993/96, primo do atual prefeito). Um legado que marcou a história de uma família, uma cidade e seu povo. E o jovem visionário prefeito Antonio José Albuquerque (2013/2016), além de várias benfeitorias em apenas dois anos de mandato (na Educação, super-reforma das escolas, na Saúde, médicos 24h e oito ambulâncias), não fugindo à regra, imbuído de profundo sentimento de justiça social, foi feliz ao lançar iluminada idéia; que, infelizmente, sofreu chacota pela radiofonia sobralense, notadamente no programa do comunicador Luiz Siqueira na Coqueiros FM, ao afirmar reiteradas vezes: “prefeito de Massapê inaugura um ponto de ônibus”, seguido de ilações e gargalhadas. Deveras, o conceituado radialista (que não faz parte da imprensa marrom – o conheço), iludido pela fonte da falsa notícia, quiçá, por parte de algum inconformado com a estupenda vitória no último pleito eleitoral; por excesso de confiança, tenha acreditado e publicado a tendenciosa informação, que caberia direito de resposta, se assim entendesse a assessoria de comunicação do Paço Municipal. Até concordo que o prefeito tenha inaugurado um ponto de ônibus – o primeiro de uma série, de um projeto social revolucionário no estado do Ceará. Inicialmente com um ônibus para atender a grande demanda, quem sabe no futuro, uma frota? Inicialmente destinado aos moradores da zona rural, quem sabe no futuro, se estenda aos da zona urbana? Neste caso consistiria em trajetos variados “bairro a bairro via centro”, (sistema sobe e desce), por meio de um micro-ônibus. O mapa geográfico da sede se expande a passos largos, o que muito facilitaria a mobilidade urbana em nossa próspera cidade. A semente foi plantada pelo digníssimo prefeito Antonio José, e como vemos, está dando certo e os usuários agradecem. Plagiando velho e extenso adágio popular que remonta décadas: “Se Vai e Vem fosse e viesse, Vai e Vem ia; mas como Vai e Vem vai e não vem, Vai e Vem não vai”, afirmo que o nosso “Vai e Vem”, todo santo dia, vai e vem, muito bem, obrigado. É bem verdade que certa vez, acuado como um burro que teima em não passar por determinado caminho, ele (o Vai e Vem), cismou de não subir a íngreme ladeira do Tanguré, próxima ao pico Aiuá com 700 metros de altitude, mas após algumas tentativas... Sobe e não sobe, sobe e não sobe. Como que não sobe? Subiu. Diga-se de passagem, o Vai e Vem hesitou em não subir, mas por medida de prudência do motorista e não por problemas mecânicos do veículo, que está dando o que falar (e como está!), tanto pela “turma do bem” (um luxo só), quanto pela “minoria do mal” (uma lata velha). Cá entre nós, foi um presente de Natal antecipado! Que venha 2015 com “Caminhos de um Novo Tempo”.
Ferreirinha é formado bacharel em Direito e Ciências Sociais, historiador e escritor.
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